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quinta-feira, 31 de março de 2011

Os Illuminati



Esse final de semana foi meio Iluminado para mim hehehe. Por três vezes ouvi ser citado o nome dos Iluminatti e pedidos para que fosse falado sobre eles. Pois bem...Quem foram os Illuminati?Eles ainda existem?Por que agora ouvimos falar deles.

Primeiro, a palavra ILLUMINATI vem do italiano que significa iluminado.

Dizem certos historiadores e estudiosos teóricos, assim como Dan Brown, o autor do Best Seller Anjos e Demônios, que os Illuminati eram uma seita de pessoas como cientistas, astrônomos, matemáticos, filósofos, físicos que eram contra os dogmas da Igreja Católica Medieval. Que achavam que a ciência era necessária, e não só a teologia. Galileu, segundo Brown, era um Illuminatus, que pregava contra a teoria Romana de que o Sol girava em torno da terra, ou seja, Galileu pregava que o Sol era o centro e que a Terra girava em torno dele. Isso gerou uma grave perseguição da Igreja a estes homens e a difamação deles por parte dela. A Igreja passou a afirmar que os Illuminati eram adoradores do demônio, seus símbolos eram satanistas, que eles queriam derrubar os governos e formarem uma nova ordem mundial. Mas estavam enganados. Os Illuminatus só queriam iluminar o mundo. Levar as pessoas não só a fé (Galileu era católico praticante), mas também a razão. Os perseguidos foram acolhidos por outras sociedades, como a Maçonaria, os templários e os Rosa Cruzes. Por isso eles estariam espalhados e divididos, infiltrados em todos os lugares.

Após a morte dos primeiros Illuminati os que vieram em seguida assumiram as acusações da Igreja e passaram a ter esta como inimiga, e desde então vem lutando contra ela e a Igreja contra eles. É por este motivo e alguns outros que a Igreja condena as sociedades "secretas" como a maçonaria, por exemplo.

Para alguns conspiradores, os Illuminatis estão hoje infiltrados nos governos, nas Igrejas e nas principais e mais poderosas instituições, e querem criar uma nova ordem secular (novus ordum seculorum = lema antigo illuminatti), destruindo assim as instituições civis e religiosas e formando uma só nação, uma só ordem.

O que é verdade?
O que é mentira?
Não sei... Já que para alguns historiadores a ordem Illuminati só foi fundada em 1700 e era pacífica e indefesa.

Vai saber...rsrsrsr
Eu prefiro a versão de Dan Brown.

o que são os illuminatis

olá pessoal vou postar aqui, algumas coisas sobre os iluminatis, então vamos lá:
o que são os illuminats, illuminatis são aqueles q são chamados de iluminados em português, eles são composto de 13 familias, as familias mais ricas do mundo, entre eles estão George Bush, a familia da princesa dayane, e o mais rico, tipo o chefão q comanda tudo, q é a familia rockfeller, pois então eles manipulam tudo as TVs, os rádios, as pessoas, e todo os resto, eles controlam cerca de 70% do dinheiro mundial e os outros 30% sobram para nós, e sobre o fato do homem ter ido á lua é tudo mentira o homem nunca foi a lua, é tudo mentira por que em volta da terra tem uma camada de radiação muito forte, e todos q tentaram atravessar morreram, e eu postei aí em baixo um bocado de provas q o homem não foi a lua, e evidencias físicas e evidencias fotográficas , o apolo 11 que explodiu nos EUA, foi tudo armação, foram os illuminatis q explodiram a nave, para queimar arquivos, pq os astronautas sabiam muito, e a morte de John F. Kennedy foi tudo armado não foi nenhum terrorista, foi o FBI q atirou nele. E ainda existe muitas outras coisas sobre os illuminatis, não vou colocar tudo aqui por que ficaria o resto do dia escrevendo, pronto agora vocês já sabem basicamente o são os illuminatis agora eu vou colocar uns videos aí em cima mostrando algumas coisas sobre os illuminatis.       Esse é o meu ponto de vista sobre os illuminati, vou está postando também a origem dos illuminatis.      

O mundo não vai acabar em 2012

Antropólogo exibe pedra maia para desmentir o fim do mundo em 2012 


imagem


A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México. 

A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História. 

Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse. 

"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero. 

A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.

quarta-feira, 16 de março de 2011

argumentos fiscos de q o homem não foi a lua !!!

Por que a bandeira está tremulando se não há vento?

Que fraude descuidada seria aquela que mostrasse uma bandeira tremulando ao vento como em uma praia, quando até uma criança sabe que não há vento na Lua. Pois os conspiracionistas defendem que em plena gravação da farsa, um assistente distraído deixou a porta do estúdio aberta; um ventinho fortuito entrou e... ninguém percebeu até ser muito tarde!

Farsa ou não, a verdade é que, ao contrário do que dizem os conspiracionistas, só é possível ver a bandeira americana balançando ou quando o astronauta tenta fincá-la no solo -- que era bem mais duro do que eles imaginavam -- rodando sua haste de um lado para o outro como uma barraca de praia, ou imediatamente depois de fazer isto, quando a haste flexível da bandeira ainda tinha algum movimento residual (muito pouco atenuado no vácuo lunar). Nas demais cenas o pano da bandeira parece balançar, mas está apenas artificialmente esticado.

Assim como eu e você, os engenheiros da NASA também sabiam que um pedaço de tecido não se manteria esticado na ausência de vento, por isso dotaram a bandeira de uma haste articulada horizontal (que pode ser vista claramente na foto acima). Na primeira missão os astronautas não conseguiram armar completamente esta haste e foram obrigados a manter a bandeira semi-esticada como uma persiana. O problema é que gostaram tanto do efeito que o repetiram propositalmente nas outras missões. É irônico que a tentativa de imitar a realidade terrestre tenha criado dúvidas sobre a realidade lunar...

Para saber mais sobre a bandeira americana na Lua, incluindo os aspectos políticos de se usar uma bandeira representando os EUA e não o mundo, leia o artigo "Where No Flag Has Gone Before: Political and Technical Aspects of Placing a Flag on the Moon".

Que filme fotográfico é este, que resiste a temperaturas tão elevadas?
Apesar de estar quase à mesma distância do Sol do que a Terra, a Lua não possui uma atmosfera para filtrar os raios solares. Como a luz solar atinge diretamente a superfície, a temperatura durante o dia lunar pode passar tranqüilamente de 100°C. Um dos principais argumentos dos conspiracionistas é de que não existe até hoje um filme fotográfico que resista à estas temperaturas. Para provar este argumento Bill Kaysing costuma contar a história de um amigo que colocou o filme de sua máquina dentro de um forno e o derreteu completamente.

Em primeiro lugar, ao contrário do que pensam os conspiracionistas, os cientistas da NASA são razoavelmente espertos e, pelo mesmo motivo que os beduínos não cruzam o deserto do Saara ao meio dia, também os astronautas não foram à Lua com o Sol a pino, mas em uma manhã lunar (lembrando que o dia lunar dura duas semanas terrestres), com a temperatura bem mais baixa.

Em segundo lugar é preciso entender que 100 graus na Lua são bem diferentes de 100 graus dentro de um forno, como pensa o ingênuo Kaysing. No interior de um forno o calor é conduzido através do ar por condução (o ar aquece o que está em contato com ele) e por convecção (o ar quente sobe e o frio desce), mas sem ar a única maneira que resta para transmitir o calor é através de irradiação, ou seja, a luz precisa incidir sobre o material para aquecê-lo. Por isso, ao mesmo tempo que no vácuo lunar a temperatura é muito alta também é relativamente fácil manter algo resfriado, basta utilizar um recipiente branco ou espelhado que reflita a maior quantidade possível da luz incidente. Assim, pelo mesmo motivo que na Terra as caixas de isopor são brancas e as garrafas térmicas têm seu interior espelhado, na Lua a câmera fotográfica era mantida em um compartimento refratário à luz (isso também explica porque a roupa dos astronautas era branca).

É claro que por mais bem protegido que fosse, o filme levado à Lua ainda precisaria resistir à temperaturas mais altas do que o normal para os padrões terrestres, por isso não foi, como você já deveria esperar, comprado em uma lojinha de Houston, mas projetado sob medida para a NASA pela Kodak. Se você ainda não encontra este filme para comprar naquela lojinha de Houston é porque o turismo espacial ainda não é muito popular.

Pegadas na Lua?
Se você já caminhou em uma praia, notou que suas pegadas ficavam muito mais nítidas na areia úmida do que na areia seca e fofa. De fato, na Terra as pequenas gotas d'água funcionam como aglutinador para as partículas de areia permitindo que se mantenham coesas. Mas e na Lua? Sem umidade, como se formaram aquelas pegadas tão bem definidas dos astronautas?

Aqui a questão é um pouco mais complicada. O solo lunar é formado em sua maior parte de silicatos, uma categoria de material que forma longas cadeias de moléculas. Quando estas cadeias são rompidas, digamos, pelo impacto de uma bota, suas extremidades ficam livres para se combinar com outros elementos. Na Terra elas rapidamente se combinariam com o oxigênio do ar formando óxidos (processo conhecido por oxidação), mas na Lua, sem uma atmosfera gasosa, as partículas acabam por se recombinar com as outras partículas vizinhas deslocadas pelo impacto, como se fossem - mal comparando - um longo velcro de moléculas que se rearruma.

Por que não há poeira sobre os trens de pouso do módulo lunar?
É de se imaginar que os gases expelidos pelos foguetes do módulo lunar durante sua descida tivessem jogado para o alto uma grande quantidade de poeira. A ausência de pó sobre o trem de pouso seria a prova de que o módulo lunar foi cuidadosamente posicionado em sua locação.


Como se vê, há alguma poeira. Mas não tanta quanto gostariam os conspiracionistas.
Novamente os conspiracionistas parecem usar conhecimentos físicos adquiridos nos filmes de ficção científica. Pois pelo mesmo motivo que não há explosões ruidosas e esfumaçadas no espaço quando uma nave do Império atinge um caça Rebelde, no vácuo lunar não há como a poeira permanecer flutuando em suspensão até eventualmente se depositar sobre uma superfície; sem a resistência do ar toda a poeira que tivesse sido deslocada pelos foguetes cairia tão rapidamente quanto uma pedra. Ainda mais importante: como os foguetes do módulo lunar não produziam nenhum deslocamento de ar (pois não há ar) as únicas partículas de poeira que se moveram foram aquelas diretamente no caminho dos gases expelidos. A situação é completamente diferente de um helicóptero pousando em um deserto, com toda aquela turbulência criando redemoinhos de areia.

A idéia de uma descida espalhafatosa fez com que os conspiracionistas esperassem ver uma grande cratera sob os foguetes do módulo lunar. Bem, as fotos mostram marcas, mas elas não são tão fundas quanto os leigos gostariam. Para explicar a falta de marcas profundas é preciso lembrar que o módulo lunar possuía sensores na forma de cabos em 3 das 4 plataformas de pouso. Quando um destes cabos tocava o solo uma sinal era enviado à cabine de comando indicando ao piloto que era o momento de desligar os jatos. Como o módulo lunar atingia o solo com seus foguetes desligados, as marcas de aterrisagem e a poeira geradas foram muito menores do que a fantasia pressupõe.

Como o Módulo Lunar conseguiu decolar de volta?
No país em que todos são técnicos de futebol também há alguns cientistas espaciais. Alguns deles, como o autor do site www.afarsadoseculo.com.br, olham para o módulo lunar e audaciosamente escrevem: "Você crê que aí dentro há combustível suficiente para alimentar um propulsor?"

A gravidade na Lua, como você já foi ouviu falar é 6 vezes menor do que na Terra. Isto significa que a velocidade para que alguma coisa, qualquer coisa, escape da superfície da Lua é muito mais baixa do que na Terra; tão baixa na verdade que a Lua não consegue manter nem sequer umas poucas moléculas de gás para formar uma atmosfera; escapam todas para o espaço. Por isso não foi preciso muito combustível para impulsionar o módulo lunar; bastava um "empurrãozinho" para lançá-lo de volta à Terra. Além disso, como não há atmosfera na Lua também não há resistência do ar nem a necessidade de que o módulo lunar fosse aerodinâmico.


Onde foram parar as estrelas?
Por que não se vê estrelas em nenhuma das fotos tiradas pelos astronautas? Afinal, com céu límpido e sem nenhuma outra fonte de luz para ofuscar as estrelas além do disco solar (e da azulíssima Terra), seria de se esperar que as fotos e filmagens exibissem um fundo estrelado pelo menos tão belo quanto aqueles que vemos nas áreas rurais. Em vez disso não se vê nada a não ser uma negritude absoluta. Seria esta uma evidência de que a filmagem foi forjada dentro de um estúdio? Ou teriam sido as estrelas apagadas das fotografias para não revelar o local aonde a farsa foi montada?




Para aqueles com conhecimentos mínimos em fotografia, este fato não esconde conspiração alguma. É bem conhecido o fato de que para fotografar objetos que emitem pouca luz, como estrelas, é preciso aumentar o tempo de exposição da imagem para que uma maior quantidade de luz passe pelo obturador da máquina e impressione o filme (ou utilizar um "filme rápido" que se sensibilize mais rapidamente, diminuindo o tempo de exposição). É claro que isto é um problema se você quer, na mesma foto, retratar objetos zilhões de vezes mais brilhantes, como uma enorme Lua cheia ou astronautas em roupas brancas reluzentes andando em um terreno brilhante. Neste caso o excesso de luz acabaria "lavando" a imagem, tornando a foto borrada.

Só para comparação, em 1967 a sonda não tripulada Surveyor, enviada à Lua para investigar se o local escolhido para o pouso era apropriado, tirou diversas fotos do céu estrelado para orientação futura, mas para isso precisou utilizar um tempo de exposição de quase 3 minutos. Este tempo foi simplesmente 45000 vezes maior do que o tempo de exposição (0,004 s) das fotos tiradas pelos astronautas.

Por que aquelas linhas estão atrás dos objetos?

As lentes da máquina usada na Lua possuíam finas linhas em forma de cruz utilizadas para fazer medidas de distância. É evidente que estas cruzetas, ficando entre a luz e o filme, deveriam aparecer sempre por cima das imagens. Mas então como explicar as marcas que aparecem por baixo de alguns objetos em certas fotos? Será que a NASA manipulou estas imagens adicionando desastradamente as imagens por sobre as marcas? Responder esta pergunta é fácil. Bem mais difícil seria responder porque a NASA faria isso se estivesse empenhada em forjar estas fotos.


Novamente tudo o que é necessário é um mínimo de conhecimento de fotografia. Assim como a tinta de uma caneta tinteiro faz um pequeno borrão sobre o papel se você mantiver sua ponta por muito tempo no mesmo local, a luz também "borra" o filme espalhando-se sobre as áreas adjacentes da imagem caso sua quantidade seja muito grande. Realmente, observando as fotos com um pouco mais de cuidado, é possível perceber que as cruzetas parecem sobrepostas somente quando o objeto atrás delas é branco. Podemos concluir que a grande quantidade de luz refletida por estas áreas brancas "escorreu", ou seja, sensibilizou a área vizinha do filme preenchendo as tênues linhas. A ampliação ao lado, em que a linha reaparece por detrás da área brilhante, encerra o caso.

Existem fotos onde o fundo é idêntico, mas o módulo lunar só aparece em uma delas!

Finalmente a prova inquestionável da farsa, dizem os conspiracionistas: duas fotos com o mesmo fundo, uma como o módulo lunar outra sem ele! Que descuido da NASA!


 Antes de mais nada, é muito difícil afirmar que duas fotos foram tiradas exatamente no mesmo local com base apenas em um distante fundo montanhoso, e qualquer exercício deste tipo é maliciosamente falacioso. Como exemplo compare as duas fotos ao lado - A árvore não aparece na foto da direita, embora o fundo seja o mesmo. Será esta foto uma fraude? (fonte). Neste caso o engano conspiracionista vai mais longe: as fotos não têm o mesmo fundo. Na verdade, elas são ampliações das regiões centrais das fotos mostradas abaixo cortadas de maneira a parecerem iguais. Analisando as originais é possível perceber que as duas foram tiradas em locais diferentes embora evidentemente próximos, talvez várias dezenas de metros uma da outra.



Onde foi parar a Terra nas fotos lunares? 
Algumas pessoas afirmam que a Terra não aparece em nenhuma das filmagens. Bem, isso simplesmente não é verdadeiro, como se pode ver nas imagens abaixo.



Outros reconhecem que a Terra aparece em algumas fotos, mas não se convencem que as imagens são realmente do nosso planeta. Como a Terra é muito maior do que a Lua, estas pessoas esperavam ver um imenso disco terrestre nas fotos e não aquele pontinho decepcionante.

Se por um lado é verdade que a Terra cheia na Lua é 13,5 vezes maior do que a Lua cheia na Terra, por outro lado não é tão simples assim captar este esplendor em uma foto. Como sabem todos aqueles que já se frustraram ao tentar capturar uma belo luar com uma máquina doméstica, o tamanho da Lua em uma fotografia varia de acordo com o tamanho da lente que se usa. Máquinas domésticas geralmente possuem lentes de 50mm o que faz da Lua apenas um pontinho mirrado de luz. A imagem abaixo mostra o tamanho aparente da Lua de acordo com o tipo de lente. A lente usada pelos astronautas era de 70 mm então você já sabe o que esperar.
Como as fotos ficaram tão boas?
Para manter as mãos livres as máquinas fotográficas dos astronautas ficavam presas ao peito. Isso fazia com que eles tivessem que mover o corpo todo para enquadrar uma foto, o que certamente era um bocado difícil. Mas então como os astronautas conseguiram fazer registros tão perfeitos da Lua?

Em primeiro lugar: muito treino. Os astronautas evidentemente treinaram exaustivamente todos os detalhes da missão, inclusive este. Mas mesmo que a prática não leve à perfeição não é possível dizer que dentre as 17.000 fotos tiradas não havia algumas cabeças cortadas aqui e ali, só porque estas fotos não foram publicadas nos jornais, não é verdade? Além disso, como seria de se esperar, mesmo as melhores fotos usadas pela imprensa foram tratadas, centradas e enquadradas.

os argumentos fotográficos q provam q o homem não foi a lua

 Qual o problema com as sombras na Lua?
Nós só vemos os objetos porque eles refletem a luz em direção aos nossos olhos. Se você está em um quarto escuro de paredes escuras iluminado por uma fonte única de luz, nada que esteja sob sua sombra será visível já que esta região não recebe luz alguma que possa ser refletida. Esta é uma situação pouco comum na Terra onde, além da luz direta do Sol, somos banhados pela luz refletida na atmosfera, nas nuvens, no solo, etc, de forma que as sombras, na maior parte das vezes, são na verdade penumbras, ou seja não são áreas de total ausência de luz. Mas se na Lua não há atmosfera para espalhar a luz e toda a iluminação provém unicamente do disco solar pairando no céu negro, seria de se esperar que as sombras fossem absolutamente negras, regiões de total ausência de luz nas quais nada fosse visível. Então como é possível enxergar os astronautas sob a sombra do módulo lunar (como na figura abaixo)? Como é possível ver, em algumas fotos, a frente do astronauta quando ele tem o Sol às suas costas?
A explicação é simples: assim como na Terra, o Sol não é a única fonte de luz na Lua. O solo lunar é formado de silicatos brilhantes que refletem de volta uma parte considerável da luz do Sol, funcionando como uma grande fonte de luz indireta. O efeito é o mesmo que se observa na Terra quando a luz do Sol incide sobre a areia branca da praia ou sob uma superfície coberta de neve (quanto mais branco é o solo mais luz é refletida, por isso esquiadores têm que usar óculos escuros especiais). A fuselagem brilhante do módulo lunar e a cor branca do traje espacial do astronauta que tira a foto ajudam ainda mais na iluminação indireta, em um efeito parecido com o de um assistente que segura uma folha laminada junto a um modelo sendo fotografado. E não se pode esquecer que a própria Terra, com sua cobertura de nuvens brancas e muito maior no céu da Lua do que a Lua aqui (ainda que não tão brilhante), ajuda um pouquinho mais na iluminação da noite ensolarada da Lua.

Outro problema levantado pelos conspiracionistas é que em muitas fotos as sombras projetadas pelos astronautas parecem ter comprimentos e direções diferentes, sugerindo que a filmagem foi realizada em estúdio com mais de uma fonte de luz. As fotos clássicas são estas ao lado (ei...mas se houvesse dois refletores cada astronauta não teria duas sombras?).

A explicação para o problema do tamanho das sombras é bastante simples. Primeiramente é importante notar que o terreno lunar não é nada plano, mas cheio de montes, montículos e crateras que muitas vezes são pouco evidentes nas fotos, especialmente nas de menor resolução. Além disso, devemos nos lembrar que uma pessoa em uma elevação lança uma sombra maior do que uma pessoa em um ponto mais baixo. A diferença de tamanho entre as sombras será mais acentuada quanto mais baixo no horizonte estiver o Sol. A figura abaixo ilustra a situação com um modelo em 3D; na imagem os dois bonecos têm a mesma altura e estão a uma mesma distância da borda anterior, de onde vem a luz.
Isto explica o tamanho das sombras na primeira das fotos acima, mas o que dizer das direções delas? O que acontece é que duas sombras vistas em uma foto ou em qualquer representação plana de fato não serão paralelas se estiverem sobre duas superfícies não paralelas. Perceba no modelo 3D acima como a sombra projetada na superfície inclinada parece mudar de direção quando ela encontra a base da elevação. Agora observe as duas imagens abaixo, uma delas de um modelo da superfície lunar que construímos para mostrar este detalhe.



Finalmente, para eliminar qualquer dúvida: acompanhe as duas seqüências de imagens abaixo (retiradas de www.clavius.org, o mais completo site dedicado a combater os argumentos conspiracionistas). Todas as fotos foram tiradas em um terreno praticamente plano. Veja como, à medida que a câmera se afasta é impossível dizer o ângulo real que a sombra faz com o objeto. Na primeira seqüência vê-se que a sombra da rocha faz com a estaca um ângulo de mais ou menos 15 graus. Já na segunda foto, tirada a 20 metros, a sombra da pedra e da estaca parecem quase horizontais. Na segunda seqüência as sombras da pedra e da haste fincada no solo, que são perfeitamente paralelas na vista aérea da primeira foto, parecem ter direções completamente diferentes quando a foto é tirada a 17 metros. Novamente a sombra da pedra, por ser mais curta, parece praticamente horizontal.

Além de tudo isso ainda é preciso levar em conta o efeito da perspectiva sobre as sombras paralelas de mesmo comprimento. Veja a foto ao lado.

Agora observe a foto abaixo, exaustivamente usada pelos conspiracionistas para mostrar como as sombras estão "erradas". Em vista do que mostramos você ainda acha que as sombras nesta foto deveriam realmente ser paralelas?

      

Qual a probabilidade da Terra ser atingida por um cometa ou asteróide...

Quais as chances da Terra ser atingida por um cometa ou asteróide? 
O impacto de um cometa ocorrido em julho de 2009 contra o planeta Júpiter produziu em sua atmosfera uma enorme cicatriz do tamanho do planeta Terra e trouxe novamente a questão sobre as consequências que um choque desse tipo teria em nosso planeta.

Segundo o cientista Donald Yeomans, ligado ao NEO, Programa de Objetos Próximos à Terra, da Nasa, existe atualmente 784 grandes objetos com tamanho superior a 1 quilômetro de diâmetro nas proximidades da Terra e caso qualquer um deles atingisse nosso planeta as consequências seriam catastróficas. "Basta ver o que aconteceu em Júpiter", disse Yeomans. "O objeto que se chocou contra Júpiter tinha aproximadamente esse tamanho".

No entanto, Yeomans lembra que as chances de que um desses grandes objetos atinjam a Terra é muito pequena, mas objetos menores também representam riscos e lembrou que devem existir mais de 100 grandes Neos (objetos próximos à Terra) que ainda não foram descobertos.



Baixo risco
Bilhões de anos atrás os impactos eram muito mais comuns. Nossa Lua, por exemplo, mantêm até hoje o registro desses choques na forma de crateras, enquanto na Terra as cicatrizes estão quase todas encobertas pelas intempéries e dinâmicas geológicas do planeta. 

Hoje em dia o sistema solar é menos congestionado que nos anos de sua formação, mas os grandes planetas por terem mais massa atraem para si os objetos errantes, como faz Júpiter e o Sol.

Atualmente, um dos objetos que mais chama a atenção dos cientistas é um asteróide de 130 metros de comprimento chamado 2007 VK184. Observações recentes sugerem que existe 1 chance em 2940 de que 2007 VK184 se choque contra a Terra nos próximos 50 anos. Segundo os cálculos, o impacto da rocha produziria energia equivalente a 150 milhões de toneladas de TNT, aproximadamente 8 mil vezes a bomba atômica lançada sobre Hiroshima em 1945.

Entretanto, de acordo com Yeomans, à medida que as observações são refinadas os modelos computacionais reduzem as probabilidades de impacto e em pouco tempo as chances de que 2007 VK184 atinja a Terra serão praticamente nulas.


Chances
No entender de Yeomans, o maior problema atual não são os asteróides já catalogados e sim os que ainda não foram descobertos. Os cientistas estimam que deve haver pelo menos 156 grandes objetos com mais de 1 quilômetro a serem descobertos.

Em média, a Terra é atingida por asteróides de 1 quilômetro a cada 500 mil anos e a cada 100 mil anos por objetos maiores que 500 metros. Para objetos menores a taxa de impacto aumenta para 700 anos para objetos de 50 metros e 140 metros para asteróides de até 30 metros. Objetos menores são praticamente incendiados durante a entrada na atmosfera, produzindo as chamadas bolas de fogo.

Impactos gigantescos, como o que pode ter acabado com os dinossauros há 60 milhões de anos são provocados por asteróides com mais de 10 quilômetros de diâmetro e ocorrem em média a cada 100 milhões de anos.

De todos os objetos próximos que podem cruzar a órbita da Terra, os maiores são o asteróide Sísifo, com 8 quilômetros de diâmetro e Toutatis, com 5.4 quilômetros. 

será msm q o homem foi a lua ??? ou foi tudo uma farça, olhem aqui e tirem as suas conclusões


   




Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade - foi o que disse Neil Armstrong, no dia 20 de julho de 1969, para quase 1 bilhão de pessoas que o ouviam ao vivo na Terra. Hoje, passados mais de 35 anos, algumas pessoas acham que ele deveria ter acrescentado: "Acredite... se quiser!".

Existem pessoas que afirmam que o homem nunca foi à Lua e que todas as fotos e filmagens exibidas pelas várias missões espaciais foram forjadas pela NASA em um estúdio da Área 51 (famosa por outras teorias da conspiração, como o caso Roswell). Segundo estas pessoas, a NASA decidiu enganar o mundo inteiro quando descobriu que não poderia vencer os soviéticos na corrida espacial. Ainda mais grave: alguns dizem que a explosão que matou três astronautas em 1967 não foi um acidente, mas o assassinato dos homens que se recusavam a colaborar com a farsa.

O mito de que o homem não foi à Lua não é novo mas até hoje só encontrava eco em pessoas com pouca ou nenhuma formação acadêmica. Mas em 2001 algo novo aconteceu. No auge da popularidade do seriado "Arquivo X", o canal FOX exibiu o documentário "Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon?" ("Teoria da Conspiração: Nós fomos à Lua?", disponível na sua rede P2P favorita). Apresentado pelo ator Mitch Pileggi (o diretor assistente Skinner na série), o programa é um dos maiores exemplos de mau jornalismo que já se viu na TV. Ao exibir as evidências da suposta farsa sem permitir que os cientistas as esclarecessem (o programa é permeado por esparsos comentários de um representante da NASA mas tão vagos e fora de contexto que acabam funcionando a favor da conspiração) o programa não só deu credibilidade à conspiração da Lua como ainda endossou a idéia de que a NASA teria assassinado seus astronautas. Muito bom para um episódio de Mulder e Scully mas não para o mundo real.

Desde então, impulsionado pela popularidade da FOX e transmitido aos quatro cantos pela internet, o mito se alastrou. No Brasil, talvez alimentado por um forte sentimento anti-americano, o mito encontrou nestes tempos bicudos um terreno fértil para prosperar. Não há números oficiais mas é possível constatar em blogs e listas de discussão que é grande o número de jovens estudantes e até professores que duvidam - seriamente - que o homem pisou na Lua (o documentário da FOX afirma que 20% dos americanos duvidam que o homem foi à Lua mas, considerando-se a fonte, esta estatística deve ser encarada com suspeita).

pai do mito de que o homem nunca pisou na Lua é o americano Bill Kaysing. Entre 1957 e 1963, Kaysing trabalhou como catalogador na Rocketdyne, empresa que fornecia peças para a NASA e em 1974 lançou o livro "Nós nunca fomos à Lua" ("We Never Went to the Moon"). A única formação acadêmica de Kaysing é o título de bacharel em Inglês, curso que fez em 1949. Uma entrevista com Bill Kaysing, em áudio e vídeo, pode ser encontrada aqui.

Aqui no Brasil, nosso mais ativo representante é o diretor e professor de cinema André Mauro. Mauro tem um livro publicado sobre o tema - "O Homem não pisou na Lua" (que por algum tempo esteve em todas as bancas de jornais do Rio de Janeiro) - que já lhe rendeu uma aparição no programa de entrevistas do Jô Soares. Embora seu site não acrescente nenhuma informação nova ao mito, Mauro se distingue por ter diversificado sua incredulidade. Além de não acreditar que o homem foi à Lua, Mauro também não acredita na bomba atômica, nos buracos negros, na teoria da relatividade, nos atentados terroristas de 11 de setembro, que Saddam Hussein tenha sido capturado pelos americanos durante a invasão do Iraque e nem que a Terra gira ao redor do Sol (!!); na sua versão do naufrágio do Titanic o culpado não foi um iceberg, mas uma organização Jesuíta e, como seria de se esperar, defende o mito das mensagens subliminares a ponto de espelhar o conteúdo dos sites evangélicos sobre o tema.

A maior parte dos argumentos utilizados por Bill Kaysing, André Mauro e outros conspiracionistas da Lua para tentar provar que a missão espacial foi uma farsa são tão ingênuos que podem ser rebatidos por conhecimentos básicos de física e fotografia.

domingo, 6 de março de 2011

bombas atômicas, semana que vem


seria possivel um apocalipse zumbi ???? (parte 2)

O ser humano adora ficar tentando imaginar como será o fim do mundo. Desde a descoberta que a Terra é redonda e que estamos flutuando em um dodecaedro espelhado o homem profecia inúmeras formas de como a vida terrestre pode terminar.

Talvez a mais batida pelos roteiristas e escritores dark é um apocalipse gerado pelo ataque de mortos vivos famintos. E, acreditem ou não, agora a ciência prova que não é impossível de acontecer. Veja porque. 

O que eles são?
Parasitas que transformam suas vítimas em loucos e escravos zumbis são comuns na natureza. Há um protozoário chamado Toxoplasma gondii que parece dedicar toda sua existência à destruição.
Este parasita infecta mamíferos (ratos, por exemplo) e aves, mas só pode se reproduzir dentro do intestino de gatos (hospedeiro definitivo). Ele sabe desta necessidade e por isso “controla” o cérebro de seu hospedeiro e, intencionalmente, obriga-o a ficar dando bandeira por aí, se tornando uma presa fácil. 

Como isto pode criar zumbis?
Fato: metade da população global possui toxoplasmose e não sabe! Quem sabe você não é um deles. 

Há também estudos mostrando que o infectado percebe uma mudança em sua personalidade e tem uma grande chance de se tornar um doente mental.

Chances de causar um apocalipse
Ratos e humanos não são muito diferentes, é por isso que testamos nossas drogas neles primeiro. Basta uma nova versão da toxoplasmose evoluída o bastante para atuar nos seres humanos da mesma maneira como faz com os ratos. Imagine então metade da população perdendo o instinto de auto preservação de repente. (Será que não está aí a raiz de problemas como aquecimento global?)

O que eles são?
Existem alguns tipos de venenos que diminuem as funções do corpo ao ponto de deixar um indivíduo considerado como morto, mesmo para um médico. O veneno do baiacu pode fazer isto.

A vítima pode ser curada sob o efeito de drogas como a feita com a substância retirada da Datura stramonium, ou Figueira-do-inferno aqui no Brasil (nomezinho bom este, hein?), que o deixa em um transe sem se lembrar de nada, mas ainda capaz de executar tarefas básicas para sobrevivencia como comer e dormir.

Como isto pode criar zumbis?
Já aconteceu uma vez no Haiti. Há livros sobre o fato e os mais famosos são Passage of Darkness e The Serpent and the Rainbow de Wade Davis. O último livro citado é inclusive o livro que inspirou o filme "A Maldição dos Mortos Vivos".

O fato provado é a história de Clairvius Narcisse, um haitiano que foi declarado morto por dois médicos e enterrado em 1962.
18 anos mais tarde foi encontrado vagando em torno de sua vila. Na época as pessoas acreditavam que o responsável era o "padre voodoo" da região e que estaria usando elementos naturais para criar escravos zumbis e colocá-los para trabalhar em plantações de cana de açucar. 

Chances de causar um apocalipse
Há esta única ocorrência de uma pessoa intoxicada, mas mesmo que um gênio do mal consiga distribuir intencionalmente estas toxinas à população ele teria um exército de retardados mentais, já que não existe uma maneira de criar zumbis agressivos ou canibais desta forma. Ainda. =)

O que eles são?
Em filmes são vírus altamente destrutivos que transformam seres humanos em máquinas de matar. Na vida real nós temos uma série de distúrbios mentais que fazem a mesma coisa. É claro que estes distúrbios nunca foram contagiosos, até conhecermos o Mal da Vaca Louca, que ataca o sistema nervoso das vacas.

E quando os humanos comem a carne?

Como isto pode criar zumbis?
Quando um humano contrai a doença, esta é chamada de doença de Creutzfeldt-Jakob. Veja os sintomas: 

Dificuldades para caminhar; 
Alucinações; 
Falta de coordenação motora; 
Atrofia muscular; 
Desenvolvimento rápido de demência. 
Apesar de não haver necissidade das pessoas entrarem em pânico, isto prova que a infecção generalizada pelo "vírus da raiva" é algo que pode acontecer caso exista uma espécie de vírus mais forte. 


O que eles são?
Sabe toda aquela conversa sobre células tronco? Basicamente elas podem se tornar qualquer outra célula do organismo, podendo ser utlizada inclusive para a regenaração de células mortas. Focando em nosso assunto, neurogenesis é o método pelo qual podemos regenerar "partes" mortas do cérebro.

Como isto pode criar zumbis?
A ciência pode salvá-lo de várias coisas, mas não de uma morte cerebral. Pode-se trocar seus órgãos pelos de outras pessoas, mas se seu cérebro parar...você já era. Certo?

Não por muito tempo. Cientistas já são capazes de regenerar partes do cérebro de um paciente com traumatismo craniano fazendo com que o indivíduo consiga se levantar e caminhar novamente.

E mais, recentemente os cientistas conseguiram trazer um cadaver para um estado de animação e, sucessivamente, trazê-lo de volta ao mundo dos vivos (teste realizado com cães). Que tipo de mente imunda realiza testes como estes? O laboratório 2000%20 é especializado no estudo da reanimação. Eles explicam que o processo de reanimar pessoas cria um sério problema: não existe maneira de se reanimar o córtex cerebral (parte do cérebro mais externa responsável por determinar quem você realmente é, ou seja, é onde estão suas memórias, sua personalidade e tudo mais).

Por outro lado, você não precisa de um córtex cerebral para permanecer vivo. Como todos devem saber o cerebelo é a parte do cérebro responsável pelo equilíbrio, coordenação motora, blá blá blá. E adivinhem só? Esta é a única parte do cérebro humano que poderia ser regenerada! Ou seja ... o ser humano reanimado seria um alface ambulante sem personalidade, sem pensamentos e se movendo puramente por impulsos. 

Chances de causar um apocalipse
Vamos pensar. Sob qualquer sistema judiciário no mundo todos os direitos e responsabilidades de um indivíduo acabam com a sua morte. Basta uma pessoa com recursos e a necessidade de escravos desmiolados e obedientes para trabalharem em suas lavouras. Quanto tempo será até que alguém tente algo assim?

Fonte
Arrow http://www.suspensa.info/post/438

seria possivel um apocalipse zumbi ????

 muitas pessoas chamam o "apocalipse zumbi" de o dia Z, isso não sei por que, mas enfim, aqui em baixo temos as duas vertentes e aqui serão discutidas. Sem  conclusão, por que esse papo de fim do mundo não tem fim...
  
             sim o dia z é real- segundo a própria bíblia, um dia ressuscitarão todos os mortos, com o avanço das guerras químicas, e a criação de doenças em laboratório, crescem as especulações de que mortos possam voltar  a vida, ao menos mortos recentes.
      
            não o dia Z não é possível- bobagem especulativa sem senso do ridículo. . oq q está morto está morto. Simplesmente assim. Não existem deuses, vida após a morte, e até papai noel é mentira, creiam. Essa história de zumbi famintos por carne humana é criação do cinema com bases em algumas lendas haitianas envolvendo drogas e magia negras.  

          se o cérebro, admite-se, é praticamente insondável- então por que uma agressividade demetida é impossível ?? Da mesma forma q se pode assumir uma personalidade apática e sem determinação, o mesmo mecanismo pode deflagrar uma onda absurda de emissões q transformem o ser humano em um assassino em potencial.
  
          Aí, o "tal fenômeno" aplica-se aos vivos- e não a gente morta. Um ser humano vivo, este sim é bem capaz de se tornar um assassino em potencial, contudo, juntar-se em bando para matar já é mais complicado e não estão sendo citados as ações de quadrilhas ou crimes genocídios ou organizados. Fala-se de matanças indiscriminada e sem sentido. E pior: a ponto de contagias outras pessoas a fazer com que vivam apenas para matar outros seres humanos. Caso isso fosse possível, seria contido logo no começo, provavelmente, por algum agente do governo, no caso dos EUA, por que aqui no brasil os loucos   iam morrer de pedradas mesmo. E em praça publica.




         bom pessoal amanhã tem mais, depois não esqueçam de dar a sua opinião sobre o futuro zumbi, valeu pessoal até a próxima..